sexta-feira, 30 de maio de 2014

Locais inesqueciveis do nosso sítio

Partilhando algumas fotos lindissimas da fotógrafa e  amiga Odete Gama, hoje vou escrever algo daquilo que conheço e sei sobre estes locais, que conheço desde tenra idade quando as obras existentes seriam talvez impensáveis
Parque de lazer e merendas do Mosqueiro
A foto é espetacular e mostra nos uma zona deste Parque que se situa junto ao Orvalho
 lá mesmo no cume do penedo que lhe deu o nome Penedo Mosqueriro
O Orvalho refere se  a este local e  empreendimento como sendo seu, mas daquilo que foi contado e está escrito, este monte fica precisamente na divisão do Concelho do Fundão e  o de Oleiros, e foi edificado com os esforços de duas Freguesias, a do Orvalho e  a antiga freguesia de Bogas de Baixo que pertence ao Concelho do Fundão, sendo a freguesia do Orvalho a representante digna do concelho de Oleiros.

Mais uma espetacular imagem recolhida a partir do cume do penedo
Daqui deste lugar magnifico  podemos ver as serras da Estrela, Gardunha, Lousã e uma grande extenção do percurso do   rio Zêzere. que serpenteia em torno deste monte
Aqui têm lugar grandes eventos musicais e terminus de muitos passeios pedestres organizados especialmente por gentes do Orvalho e  Bogas de Baixo
Lembro me de há anos ter por aqui passado e encontrar um grupo bem divertido da Zona da Pampilhosa da Serra que escolheu este lugar magnifico para passar um dia bem agradável tendo para isso trazido boa comida e  muita bebida para que ao longo do dia não houvesse fome e  sede
O espaço tem muitos divertimentos para crianças e até uma capela
Descendo até ao Orvalho é visita obrigatória a um outro lugar de cortar a respiração, a cascata de Agua D'Álta, com mais ou menos 25 metros é concerteza a mais bela cascata que existe na Beira Baixa.
      -Em seu redor a paisagem é soberba.
No Orvalho algumas casas são construidas em pedra com as suas janelas tradicionais 
Estes locais podem ter ainda mais relevo se visitarem  e explorarem a página da Freguesia do Orvalhohttp://www.jf-orvalho.pt/index.php onde podem apreciar não só estas maravilhas mas muitas outras quase desconhecidas de todos
Podem ainda entrar no Facebook e visitarem a página da Odete Gama photografyhttps://www.facebook.com/odetegamaphotograpy/media_set?set=a.106707289472356.9556.100003992563833&type=3
Onde podem verificar através das suas fotose parafraseando a Odete, Qualquer lugar tem o seu encanto, mas aqui onde o diabo perdeu as botas também há belas paisagens, sítios que parece que saíram dos contos de fadas..

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Minha aldeia ao promenor

Quando não temos possibilidade de nos deslocar mos á nossa terra muitas vezes como gostaríamos, resta nos a alguns creio que bastantes boguenses recorrerem ás suas recordações, a reviver em pensamento os bons e os maus momentos aqui passados quando ainda eramos apenas jovens em idade escolar, porque a idade pré escolar não existia pura e simplesmente. tinhamos que cumprir 7 anos de vida para podermos ingressar no ensino básico, Escola Primária
Não podem os meus amigos ficar muito admirados por isto acontecer, porque não deve haver um unico Boguense que não tenha sempre a sua terra no coração. E neste aspeto creio que em nenhuma outra aldeia deste País as pessoas tenham sentimentos diferentes. Nós os Portugueses nascidos nestes locais perdidos pelos montes e vales nas regiões mais ao centro de Portugal, ficámos para sempre com o aroma dos pinheiros e as recordações da agua cristalina e ar puro que respirámos na nossa recordação
Bogas de Baixo  é a aldeia que aqui vos apresento hoje, partilhando convosco as imagens que comprovam o asseio e o bom gosto das gentes que habitam a minha aldeia.
Fica situada ao sul do concelho do Fundão fazendo Extrema com mais 3 concelhos desta zona do pinhal e da rota das terras de xisto. São eles o concelho de Castelo Branco, Oleiros e Pampilhosa da Serra.
O rio Zezere é durante uma extensão razoável a Extremadura com a Pampilhosa da Serra
Começo por avistar a aldeia a mais de 10 Kms de distancia e a partir daí até á Ponte de Bogas o nosso percurso é feito totalmente por meio de pinhais e outras arvores silvestres, tendo apenas o Orvalho pelo meio
Ao Chegarmos á ponte deixamos a Estrada Nacional e entramos na aldeia pela estrada municipal
E então  avistamos logo na entrada, o cabeço do outeiro Mais conhecido agora como o bairro da Portela, A capela da padroeira de Bogas de Baixo  Nossa Senhora das Dores á direita  e  o monumento de Jesus Adolescente á esquerda

Desço a rua da Portela, passo ao lado das Piscinas, e do Campo Desportivo, duas obras importantes construidas nos ultimos anos na aldeia, que hoje beneficiam toda a população muito especialmente a Juventude emigrante que todos os anos escolhem a aldeia para passar as férias de Verão.
A imagem que acima vos mostro é da minha antiga escola, hoje Centro Social onde funciona um Centro de Dia para os nossos idosos, que aqui são esmeradamente tratados com todo afeto, amor e carinho, por funcionárias excelentes. E irá passar em breve a Lar de Idosos estando pelo que consegui saber a obra pronta e mobilada.

    Este edificio foi durante muitos anos a sede da Junta de Freguesia como a imagem nos mostra, deixado de o ser o ano passado por causa da Reorganização Administrativa do Território decretada pelo Governo PSD/CDS que juntou a nossa freguesia com a de Janeiro de Cima ficando a chamar se União de Freguesias de Bogas de Baixo e Janeiro de Cima com sede em Janeiro                     
Casa Mortuária de Bogas de Baixo mandada construir pela Junta de Freguesia  há poucos anos. Aproveitaram terrenos do antigo Cemitério de Bogas que ficava aqui a 2 passos da Igreja, mas que hoje se situa no cabeço do Outeiro nas trazeiras da Capela de Nossa Senhora das Dores
Aqui do Largo do Relveiro, onde se situa a antiga Junta de Freguesia, O Jardim de Infancia infelizmente de pouca utilização, podemos ver uma panoramica parcial da aldeia com a casa que foi mandada edificar pelo tio Antonio Patrocinio e a Ti Piedade, em primeiro plano, è Aqui que desde a primeira vez que uma camioneta de carreira veio a Bogas de Baixo, que ainda hoje vem recolher e deixar passageiros . Tendo sido até durante muitos anos a garagem onde hoje está o edificio da Junta

Esta casa que vemos aqui meia escondida no meio das videiras era a casa dos meus tios Maria Rosa e Joaquim Patrocinio, onde passei noites e belos serões á lareira sempre em amena cavaqueira com os meus tios e outros familiares e amigos. Uma espécie de serões ao calor da fogueira

Rua da Mina, uma bela vivenda com jardins e hortas ao seu redor que pertence a gente boa e amiga
                                            


Já algumas vezes aqui no blogue e outros locais da rede social Facebook, mostrei esta casa e teci alguns comentários sobre ela. Foi reconstruida e eu pessoalmente acho a muito interessante, pertence á familia do ti Adelino que foi o principal negociante de gado e peles cá do sitio e onde existiu uma das primeiras tavernas/comércio na aldeia

A Europa deu um enorme empurrão na modernização da minha aldeia. Os boguenses emigrados por essa Europa muito especialmente França e Suiça vieram aqui construir ou reconstruir as suas vivendas onde passam no minimo um mês por ano
A rua do Biqueiro que sobe Em direção ás hortas e testadas de pinheiros da aldeia foi em tempos que já passaram á história a unica saida de Bogas em direção ao Fundão sede do concelho. E nem estava empedrada nem  asfaltada, sendo de pura terra que nem batida estava, sendo o degredo de quem tinha que a percorrer com os seus veículos desse tempo.ficavam por ali dias e noites atascados na lama e nas profundas regueiras que a chuva provocava . Lembro me especialmente das vezes que o padre Branco atascava quando ia para Janeiro de Cima ao ponto de ter comprado um gipe tipo militar, bem como o ti Antonio Almeida com a sua Peugeot 203 carregada de mercadorias para o seu comércio em Janeiro de Cima que ia abastecer em Castelo Branco

Esta é mais uma imagem a atestar o excelente Bom Gosto que as gentes de Bogas têm para ornamentar as suas residencias.
È lindo estão de parabéns os seus proprietarios e autores deste Bom Gosto
Rua da Bica
Esta foi a casa do meu tio Manuel durante quase toda a vida. aqui tambem me ficaram inumeras e belas horas da minha vida para recordar.
Ali no muro que assinalei com uma circunfrencia existia uma poça de água com bica onde as raparigas da aldeia vinham encher os cantaros sendo por isso ainda hoje a Rua da Bica



Esta é a Rua da Vinha do lado esquerdo a residencia do Aurelio Simão, do lado direito uma casa mandada construir pelo meu primo Luis, onde habitaram durante alguns anos os meus tios Maria Rosa e Joaquim Patrocinio, que antes viviam naquela casa de bico, que dividiam com o Ti Antonio Patrocinio irmão do meu tio Joaquim. Tenho uma foto muito antiga com a ti Piedade na sua varanda regalando se com a bela paisagem que estava a avistar
Aqui foi o meu berço, a casa dos meus avós e a do meu padrinho José ferreiro, onde existe debaixo desta latada um bela e refrescante esplanada onde a rapaziada bebe as suas bjekas bem fresquinhas servidas pelo Alfredo

Rua Nova que de nova só tem o nome. o mais que pode ter sido é renovada, pois já existia antes de eu nascer. Aqui  viveu gente fina  A Americana e o ti Tristão, aqui existiu o forno da ti Diolinda.é tambem e já era na altura as trazeiras da casa brasonada de Bogas onde vivia o Ti Manuel Belchior etc etc
Mais uma casa recuperada na aldeia que hoje pertence a familiares, mas que no meu tempo de Juventude era a residencia da nossa Professora Natércia e do seu marido Anibal Gama com os filhos. nas aguas furtadas da casa chegou a ser a minha escola da 3ª classe. e na loja da Casa existia uma loja de comercio do sr Anibal tipo hipermercado em ponto muito reduzido. Mas ali existia um pouco de tudo
Termino o meu percurso no adro da Igreja Matriz da minha terra  onde fui batizado, fiz a catequese e  primeira comunhão etc etc.
São muitas recordações juntas sempre dificeis de descrever devido muito especialmenta á minha vivencia com os amigos e companheiros de escola que nesse tempo seriamos mais de 60 numa pequena aldeia como Bogas de Baixo

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Por terras de Idanha (Idanha a Velha)

Quero avisar os meus amigos especialmente aqueles que seguem o meu blogue, que estas viajens não  são recentes, é apenas uma forma de matar saudades das varias vezes que por aqui passei e partilha las com todos vós. Quem sabe se muitos não recordarão tambem estes lugares com alguma emoção?


Foi sede de um antigo município extinto em 1879, data em que passou para o concelho de Idanha-a-Nova.

Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Monsanto, formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha com a sede em Monsanto.
A povoação foi fundada no período de Augusto (século I a.C.)e a fundação deste núcleo populacional teve para Roma uma importância extrema entre Guarda e Mérida.A ocupação romana desta zona está bem comprovada pela observação detalhada das muralhas edificadas entre os séculos III a IV, quando do início das Invasões Bárbaras.
É possível identificar os inúmeros vestígios materiais de habitações e templos romanos existentes na povoação, com o reaproveitamento de pedra nas construções posteriores. De facto, esta muralha só cercava parte do que terá sido a magnífica cidade do Alto Império. Segundo algumas teorias, terá sido aqui que, em 305, terá nascido o Papa Dâmaso I.

Os elementos romanos mais importantes foram destruídos no século V pelos Suevos, restando vestígios em condições muito diversas: a Ponte de Alcântara, que ligava Mérida a Astorga, o Forum, o Podium de Vénus (sobre o qual foi construída a Torre dos Templários), e as Termas, a sul do Forum. No concílio de Lugo, em 569, participou também Idanha, ainda não apelidada de velha.
A prosperidade veio com a conquista visigótica, durante a qual foram construídos a Catedral, o Palácio dos Bispos, o Paço episcopal e a Ponte de São Dâmaso. Em 713, os mouros tomaram a cidade e destruíram-na. Reconquistada pelo Rei Afonso III de Leão, foi perdida novamente, só tendo sido definitivamente tomada por D. Sancho I.

Em 1319, D. Dinis doou-a à Ordem de Cristo e o foral só foi renovado no tempo de D. Manuel I.
Os seus marcos mais importantes são o Pelourinho, a Igreja Matriz, as Capelas de São Dâmaso, de São Sebastião e do Espírito Santo


Para saberem saberem e conhecerem melhor Idanha a Velha, utilizem as seguintes páginas




quinta-feira, 8 de maio de 2014

Por terras de Idanha (Medelim)


E depois de Monsanto cá vamos a caminho de mais um lugar de grandes tradições Gentes hospitaleiras
Ainda me lembro de vir  aqui á Padaria carregar grande variedade de bolos caseiros onde destaco as Bicas de Azeite e os bolos doces da Páscoa.


Tinha um colega em Castelo Branco que infelizmente já faleceu que vinha diáriamente carregar uma ou duas vezes o excelente pão que aqui se confecionava e vendia por conta própria. É preciso dizer que nessa altura tudo era cozido a forno de lenha e  a maior parte artesanalmente. Por isso a  sua excelente qualidade

Medelim édesignada como a Aldeia dos Balcões. Ao todo a aldeia de Medelim tem mais de 200 balcões. O sítio da Cãmara Municipal de Idanha-a-Nova refere 216.Normalmente são escadas de lajes grandes, em granito que dão acesso à principal entrada da habitação. No passado, o espaço interior do balcão era aproveitado para guardar animais.

Até ao século XVI, viveu, nesta Freguesia, uma comunidade judaica. Viviam na actual Rua da Judiaria. Algumas das casas revelam o modo de vida dessa comunidade

Medelim uma aldeia com muita atividdade
Percursos pedestres encontros e convivios das sua gentes
IGREJA MATRZ
Situada na entrada norte, de traça primitiva oitocentista, é um templo harmonioso. O altar-mor foi totalmente modificado nos anos 60 do séc. XX, com a introdução de novo altar e de um púlpito em granito. A madeira foi substituída por cantaria destacando-se o sacrário renascentista, também em pedra.

A antiga Capela do Espírito Santo ou de S.Sebastião, situa-se ao cimo do Outeiro. O seu altar rico e policromado contrasta com a austeridade do exterior, tudo do séc. XVII.

O Monte do Calvário, fonte inspiradora para a elaboração do Brasão da Freguesia, situado a norte de Medelim, é o seu cartão de visita com vistas panorâmicas impares e de fazer inveja, é um conjunto arquitectónico de elevadíssima importância, constituído por dois conjuntos de imponentes escadarias em pedra situadas a norte e a poente, mandadas construir nos finais do séc. XIX, por Victor Pires Franco, dedicado Medelinense, também conhecido pelo "Brasileiro", assim como a torre e o cais da Igreja Matriz.
hafariz novo ou da Igreja
Para um mais vasto conhecimento da Cultura e do Pstrimónio da Aldeia entre na página da Junta de freguesia
Agendar uma visita quase obrigatória a estes lugares:
Miradouros: Monte do Senhor do Calvário.
Ribeiras: Rio Torto ou Ribeira de Aldeia - Ribeiro Mourisco.
Barragens: Barragem Marechal Carmona (distante 10 km).
Jardins: Jardim da Lameira e Chafariz Velho
Construções: São de interesse a visita ás construções em pedra e os tradicionais balcões.

Como todas as aldeias muito especialmente no concelho de Idanha  tambem Medelim se orgulha de poder oferecer aos amigos e visitantes uma suculenta gastronomia: composta especialmente de Ensopados de cabrito e borrego, Papas de Milho, Filhós, Bolos de Azeite ou Bicas, queijos, requeijão e travia.
 Promenores de Medelim
 Casa onde se situam os CTT  Correios de Portugal
Chafariz  da Igreja
Situado no largo da Igreja, também de construção em granito datada de 1937, é alimentado da Fonte das Hortas, outrora o seu tanque reservatório utilizado como bebedouro de animais da comunidade.

Para um mais vasto conhecimento da Cultura e do Pstrimónio da Aldeia entre na página da Junta de freguesia

segunda-feira, 5 de maio de 2014

A aldeia mais portuguesa é Monsanto

Depois  de uma passagem por Penha Garcia, impunha se uma visita  a esta simpática aldeia, cheia de história, património de uma arquitetura extraordinária tanto religiosa, militar e  civil tanto publica como privada

Monsanto, situa-se na encosta de uma grande elevação escarpada, designada de o Cabeço de Monsanto . Situa-se a nordeste de Idanha-a-Nova e irrompe repentinamente do vale. No ponto mais alto o seu pico atinge os 758 metros. A presença humana neste local data desde o paleolítico. A arqueologia diz-nos que o local foi habitado pelos romanos, no sopé do monte.
 Também existem vestígios da passagem visigótica e árabe. Os mouros seriam derrotados por D. Afonso Henriques e, em 1165, o lugar de Monsanto foi doado à Ordem dos Templários que sob orientações de Gualdim Pais, que mandou construir o Castelo de Monsanto.
Entre variadissimas obras arquitetonicas de relevo distingo a capela de São Pedro de Vir à Corça
Capela da Senhora do Pé da Cruz,Capela de Santa Maria do Castelo ,Capela de Santo António
Capela de São José ,Capela de São Miguel do Castelo,Capela de São Sebastião,Capela do Espírito Santo
 e a Igreja da Misericórdia do Monsanto.
Da arquitetura militar existe o Castelo e a torre do relógio
da  aquitetura publica ou privada destacamos entre outras a Fonte Ferreiro,Chafariz do Meio e Chafariz da Fonte Nova, Pelourinho, Forno, Cisternas e  antiga  adega
Pousada de Monsanto, Solar dos Pinheiros e Chafariz Mono, Solar da Família do Marquês da Graciosa
Solar da Família Melo ou Solar dos Condes de Monsanto, Solar da Família Pinheiro ou Solar da Fonte do Mono, Solar dos Priores de Monsanto, Casa de Fernando Namora e Casa dos Governadores

Nas últimas décadas, Monsanto tornou-se popularmente conhecida como "a aldeia mais portuguesa de Portugal", exibindo o Galo de Prata, troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, cuja réplica permanece até hoje no cimo da Torre do Relógio
Neste ultimo fim de semana realizou se a festa da Divina Santa Cruz que sobe ao Castelo para aqui se realizarem algumas provas medievais
Ao longo destes 3 dias, 2, 3 e 4 de Maio tiveram lugar as teatralizações de tradições medievais e realizaram-se provas de tiros com arco e torneios de armas no Castelo. Houve ainda a Eucaristia na Igreja Matriz, pelas 13 horas, seguida de procissão, e dois momentos musicais protagonizados pelo Rancho Folclórico de Monsanto, de manhã à porta da Igreja e à tarde no Castelo. A tradição cumpriu-se com o lançamento do pote, pelas 16h00.

O evento terminou com um concerto de música e danças mouras, agendado para as 19 horas.

Monsanto é uma aldeia impar conheciada através do mundo inteiro tanto pela visita de turistas de varias nacionalidades  como virtualmente através de páginas como esta ou pelos noticiários escritos ou televisivos que todo o mundo pode acompanhar. è mesmo uma aldeia que merece pelo menos uma visita ou façam como eu que nunca me cancei de vir  a Monsanto mais de uma centena de vezes