domingo, 30 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO




Era bom que em 2013 pudessemos sonhar,
E acreditar,  
que pudessemos realizar  nossos sonhos,
Que os sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que tenham a força suficiente 
para transformar velhos inimigos em novos amigos,
Que em 2013 possamos abraçar,e repartir carinho e amor

Esperando que não seja um ato fugaz,
Mas a continuação de uma nova vida
Que todo o mundo possa ter paz
E possam sentir toda a beleza da vida
Que os nossos políticos mudem de rumo
Para que todos possamos sentir essa alegria
Que  possamos sorrir, e contagiar os mais pequenos
Oferecendo lhes as coisas nescessárias
Mesmo não sendo extraordinárias,
possam transportar a brisa do viver,
Que nos transmita uma enorme  vontade de cantar 
de sorrir e abraçar
para termos um País melhor mais solidário
Porque se pensarmos bem,
mesmo estando mal
há sempre quem sofra mais que nós


PARA TODOS OS MEUS AMIGOS
 E PARA A FAMILIA COM MUITO AMOR
O DESEJO DE QUE TENHAM UM BOM ANO DE 2013
QUE NESTE ANO SEJAMOS TODOS MUITO FELIZES


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O Madeiro em Bogas de Baixo

Bogas de Baixo  terra carregada de tradições
pese embora a sua desertificação em termos de juventude, a tradição do madeiro a arder no adro da igreja não morreu
Estive em Bogas uma semana antes do natal, e não vi vestigios de madeiros para arderen na noite de natal
no entanto vim embora convencido que ainda havia muito tempo para se procurar o madeiro, porque embora poucos continuam em Bogas gente jovem capaz de levar a cabo esta tarefa
e foi o que aconteceu
Algumas pessoas entre elas a Diolinda registaram o acontecimento da forma que partilho com todos vós



podemos assim certificar nos que o madeiro ardeu e bem  em Bogas de Baixo








e na hora exata não faltou assim como nos anos anteriores,as gostosas febras e entremeada assadinhas ali na brasa para consolo desta gente que tão bem sabe manter a tradição nesta pequena aldeia perdida no meio de pinhais no coração de Portugal na rota das terras de xisto









como se pode ver pela imagem  são poucos mas bons


a população costuma juntar se em grupinhos  junto da igreja enquanto não chega a hora da missa do galo e discutem os probelemas mais recentes da aldeia


discute se o probelema das obras do Lar que estão paradas há alguns meses por falta de verbas, o probelema de querem acabar com a freguesia juntando nos a Bogas de Cima, uma autentica aberração,.....
esperemos que isso nunca venha a acontecer..
quanto ás obras no Lar ouvi dizer que vai haver dinheiro e vão recomeçar brevemente



o convivio é visivel entre as gentes da minha aldeia
foi e vai continuar a ser sempre uma terra hospitaleira onde os forasteiros serão sempre bem recebidos


domingo, 23 de dezembro de 2012

Natal será sempre Natal






“É Natal nas grandes Mansões, fogos natalinos e vestidos de seda;
 É Natal em qualquer Cabana, a Mãe está enchendo de remendos pequenas meias.
 É Natal na estrada, na multidão, comércio cheio;
 Mas o mais querido, mais verdadeiro Natal é o Natal em si.” 




sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O que é Nacional é bom




ZoomZoomZoom
Queijo de ovelha curado
Ao passar a vista pelas páginas do Jornal do Fundão, deparo com uma pequenissima noticia que vou partilhar com todos os meus leitores, por no meu entender, seja merecedora de maior relevo na sua divulgação
Achei a noticia  importante de mais para o espaço que o Jornal do Fundão lhe disponibilizou
O Fundão a par de toda a região da Cova da Beira tem o previlégio de oferecer ao consumidor nacional ou estrangeiro, uma enorme variedade de artigos que vão desde o saboroso queijo de esmerada confeção, passando pelos bons vinhos até á horticultura e frutas
Por  isso mesmo sou um grande  defensor do hábito de consumir  produtos da nossa terra
Vejam alguma ilustração sobre o que acabei de escrever









A noticia no Jornal do Fundão de 18/12/12 era a seguinte

Compre produtos da nossa terra é o mote da campanha que a Camara municipal do Fundão lançou, na semana passada, para incentivar os consumidores a comprar no Fundão, 
A campanha deverá funcionar como alavanca de apoio ao comércio na Praça Municipal e no comércio tradicional.
Outdoors e outros materiais promocionais espalhados por varios locais da cidade apelam á compra de produtos da nossa terra. 
A campanha de comunicação puxa pela identidade e origem dos produtos agricolas do concelho

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Façam como eu, consumam produtos de qualidade produzidos na nossa terra

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Histórias de Natal



Enquanto  espero pelas festas, penso em todos os Natais calorosos e maravilhosos quando  era criança, e dou-me conta de que um sorriso me ilumina a  face.  Na verdade, são tempos que vale a pena recordar! Contudo, reparo que, à medida  que fui ficando mais velho, as memórias do Natal tornaram-se menos vívidas e  foram-se transformando numa época triste e deprimente… até ao ano passado. Foi  nessa data que creio ter recuperado a alegria própria da infância. A alegria que  eu sentia quando era criança…

Todos  os anos me canso à procura de algo para oferecer à minha mãe no Natal. Mais um  roupão e uns chinelos, um perfume, umas camisolas? Tudo prendas interessantes,  mas que não dizem Amo-te da maneira  que deviam dizer. Desta vez, queria algo de diferente, algo que ela recordasse  para o resto da vida… Algo que lhe devolvesse o sorriso na cara e a ligeireza no  andar. A minha mãe vive sozinha e, por muito que eu queira passar algum tempo  com ela, só consigo, com o meu horário, fazer-lhe visitas esporádicas. Portanto,  tomei a decisão de ser o seu Pai Natal secreto. Mal sabia eu como  acertara!
Saí  e comprei todo o tipo de pequenas prendinhas e, depois, passeei-me pelas zonas  mais caras do centro comercial. Arranjei pequenas ninharias, coisas que eu sabia  que apenas a minha mãe iria apreciar. Levei-as para casa e embrulhei-as, cada  uma de maneira diferente. Depois, fiz um cartão para cada uma  delas.  Tudo de acordo com a canção “The twelve days of Christmas.” [“Os doze dias de  Natal”]. E dei  início à minha aventura.
O  primeiro dia foi tão emocionante! Deixei a prenda junto à porta do apartamento  dela. Depois, apressei-me a telefonar-lhe, fingindo que era só para saber como  estava de saúde. A minha mãe estava radiante! Alguém lhe tinha deixado ficar uma  prenda e assinado “Pai  Natal secreto.”
No  dia seguinte, a cena repetiu-se. Quatro ou cinco dias depois, fui a casa dela, e  o meu coração quase rebentou de alegria. Tinha disposto todas as prendas em cima  da mesa da cozinha e andava a mostrá-las aos vizinhos. Durante todo o tempo da  minha visita, a minha mãe não parou de falar no admirador secreto… Estava no  sétimo céu!
Telefonava-me  todos os dias com notícias da nova prenda que tinha encontrado ao acordar! Tinha  decidido “apanhar” a pessoa responsável por tudo aquilo e ia dormir no sofá, com  a porta completamente aberta. Por isso, nesse dia, tive de deixar a prenda mais  tarde, o que a fez ficar aflita: será que as prendas tinham acabado?
O  último dia era um sábado e o cartão dizia-lhe para se vestir e que devia ir até  ao Applebee’s para jantar. Era sinal  de que iria, finalmente, conhecer o seu Pai Natal secreto. O cartão dizia,  também, que pedisse à sua filha Susan para a levar lá (esta sou eu).  Acrescentava, ainda, que iria reconhecer o Pai Natal secreto pelo laço vermelho  que ele usaria.
Fui  buscá-la e lá fomos nós. De pois de chegarmos e de nos instalarmos, a minha mãe  olhou em volta. Perguntava-se, sem dúvida, quando iria conhecer o seu Pai Natal  secreto… Devagar, tirei o casaco e exibi o laço vermelho. A minha mãe começou a  chorar. Estava mais feliz do que nunca!
Senti-me  tão contente quando tudo acabou!
E  lembrei-me de uma coisa muito importante: a minha mãe ensinara-me, em criança,  que era melhor dar do que receber. Por isso, todos os anos em que estive triste  durante as festas, foi porque procurei mais receber do que dar.
Agora,  podia, finalmente, sentir-me feliz.


Susan  Spence,2008
(Tradução  e adaptação

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012





Na minha aldeia as filhóses fazem quase sempre parte da ementa em qualquer data festiva, mas é no Natal que esta tradição se mantém, tal como o velho ditado "natal natal, filhóses com vinho não fazem mal"
Ainda me lembro quando a minha avó fazia aquelas belas e saborosas filhóses que eu adorava
acompanhava quase sempre a sua confecção até ter na mão aquele boneco de massa da filhó frita.

 filhóses á moda da minha avó

Aqui vai a receita que poderá aumentar conforme o consumo previsível
1 kg de farinha de trigo
10 ovos
1/4 Lt de azeite
1/2 cálice(s) de aguardente branca
1 colher (café) de sal
30 gr de fermento de padeiro
sumo e raspa da casca de laranja

Punha se a farinha na maceira, abria se uma cova no meio da farinha e deitava se para dentro os ingredientes,crescente ou levedura,leite,ovos, aguardente sumo e raspa de laranja e o sal.
Começava a amassar pelo meio. Ia amassando muito bem com bastante força e rapidez de mãos, até que a massa ficava fofa e leve.
Depois cobria a maceira com um pano e guardava num local quentinho á beira da lareira durante cerca de 2 horas e a massa aumentava de volume.

Depois, deitava uma grande porção de óleo dentro dum tacho fundo e punha ao lume. e quando o óleo já estava quente, retirava com as mãos pedaços de massa, esticava os em cima do joelho revestido com um pano de linho com a ponta dos dedos e metia dentro do tacho enquanto o meu avô ajudava voltando as filhoses dentro do tacho e quando já estavam lourinhas escorria as e depositava as num cesto preparado para o efeito.

Uma das minhas avós já incluia o açucar na massa e a outra não...
polvilhava as com uma mistura de açucar e canela

Bom apetite.

Outra receita Beirã que é quase igual á anterior

Ingredientes:
20 g de fermento de padeiro
1 dl de leite
750 g de farinha de trigo
1 c. de chá de sal
8 ovos
1 dl de azeite
1 dl de aguardente bagaceira
azeite para fritar
300 g de mel
1 dl de água
açúcar fino q.b.
canela para polvilhar
Foto: Filhóses de Bogas de Baixo


Preparação:
Dissolve-se o fermento no leite morno e junta-se um pouco de farinha e o sal. Mistura-se de modo a obter uma massa branda.

Deixa-se repousar durante 15 minutos. Deita-se a massa num alguidar, adiciona-se um pouco de azeite e três ovos batidos.

Mistura-se tudo bem, batendo com a mão aberta. Depois, juntam-se o restante azeite, a aguardente e os ovos que restam, amassando, ou melhor, batendo a massa.

Esta deve ficar mais branda do que para o pão. Sendo necessário, adiciona-se um pouco de leite. Abafa-se a massa e deixa-se levedar durante 4 horas em local temperado.

Depois, põe-se o azeite no lume e com as mãos untadas com azeite tiram-se bocados de massa do tamanho aproximado de um ovo, estica-se a massa numa rodela o mais fina possível, fazendo-lhe buracos com as pontas dos dedos.

Introduz-se os filhós no azeite e, com um garfo comprido, força-se a manter a forma para os lados, esticando-a, pois a sua tendência será de crescer para cima.

Depois de loura dos dois lados, põe-se a escorrer sobre papel absorvente. Isto deve ser feito com muita cautela, pois as filhós apresentam-se finas e esburacadas.

Frita toda a massa, deita-se o mel com a água num tacho e deixa-se levantar fervura.

Reduz-se o calor e, com ajuda de 2 garfos compridos, passam-se as filhós pela a calda, ao mesmo tempo que se vão introduzindo em travessas ou panelas e polvilhando com açúcar e canela.

Pode omitir-se a calda. Ao contrário do que acontece habitualmente com os fritos, estas filhós ficam mais tenras à medida que os dias passam.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Que venha o Natal







Natal...
É o mês de confraternização Agradecimento pela vida
Bênçãos ao filho de DEUS
União, amor, reflexão!

Que o bom velhinho traga um saco cheinho de paz,
harmonia, fraternidade
Que o gesto de ternura se estenda de várias mãos
Que ao som dos sinos
O amor exploda em toda direção!

FELIZ NATAL!
UM ANO NOVO DE FÉ E SUCESSO

para todos os visitantes do ECOS da ALDEIA


sábado, 1 de dezembro de 2012

AO CALOR DA FOGUEIRA



Com este frio, agora que a neve começou a cair á volta das nossas aldeias aqui bem perto da serra da estrela, é bom recordar as conversas do ti Ambrósio com o Carlos  ao calor da fogueira, e quem sabe se não haverá tambem uns figuinhos secos e uma directa do alambique para se deliciarem...
Ora vejam uma história que li no AMIGO DO POVO entre estas duas ilustres personagens, a qual embora já antiga continua a sentir se os mesmos efeitos hoje  mesmo


Que novidades correm por aí, Carlos ? Está tudo velho, Tio Ambrósio! Hoje em dia as coisas passam tão depressa que um acontecimento com uma semana parece-nos Ter já meses ou anos. Estamos todos os dias à espera que aconteça alguma coisa de novo para termos assunto para as nossas conversas.

- Ainda bem que isso acontece, pelo menos em relação a alguns políticos da nossa praça. Mesmo que tenham feito asneira de monta, passadas umas semanas, aparecem sorridentes em frente do povo como se nada tivesse acontecido.

- 0 Tio Ambrósio não está a pensar em ninguém em particular ou, pelo menos, não está a pensar na mesma pessoa que eu...

- Possivelmente não, Carlos! Eu não costumo alinhar com aqueles que criticam a torto e a direito, sem se recordarem que governar um país não é tarefa fácil. Alguns dos críticos, de resto, não têm nenhuma autoridade para falarem, pois acontece que, muitos deles, se formos a ver bem as coisas, são ainda piores que os que eles criticam.

- Como assim, Tio Ambrósio?

- Quem não é capaz de governar a sua própria casa como pode atirar pedras aos telhados dos outros? Quando nós vemos tantas famílias endividadas, como tu próprio me tens referido vezes sem conta, como nos havemos de admirar que os que gerem os dinheiros públicos cometam erros, alguns deles de gravidade irreparável?

- 0 Tio Ambrósio ainda se está a referir ao negócio ruinoso que uni ex-ministro levou a cabo com uma companhia de transportes aéreos da Suíça, que se saldou na perda de várias dezenas de milhões de contos?

- Onde isso vai, Carlos! Não acabaste de me dizer que os acontecimentos de hoje passam quase tão depressa como o vento? Depois dessa já muitas outras vieram e se foram. E outras estarão para vir, que nisto de administrar o que é de todos os erros vão-se repetindo, não se vislumbrando qualquer propósito da emenda.

- Quer o Tio Ambrósio dizer que isto em vez de ser um governo é um desgoverno?

-Até já alguns ministros chegaram a essa conclusão. Ainda há dias, em Fátima, a titular da pasta da Saúde, em resposta a pedidos de colaboração de algumas instituições particulares de solidariedade social, foi peremptória em afirmar que essa ajuda é impossível pelo facto do seu ministério ter calotes que já somam mais de trezentos milhões de contos. Só às farmácias (que são um negócio chorudo, embora os respectivos proprietários se queixem a toda a hora) deve o Estado mais de cem milhões de contos. É obra!

Pois a saúde em Portugal está como se vê, Tio Ambrósio! E com essas dividas todas não devemos esperar que as coisas mudem, pelo menos nestes tempos mais chegados. Havemos de continuar a ter listas de espera para as operações às cataratas; havemos de continuar a ir
para as bichas dos centros de saúde às quatro e cinco da manhã para conseguirmos uma consulta às onze ou ao meio-dia, ou para, a essa hora, ouvirmos dizer à empregada de serviço que tenhamos paciência, mas temos de voltar no dia seguinte, havemos de continuar a importar médicos e enfermeiros de Espanha, porque os nossos fogem das vilas e aldeias do interior como * diabo foge da cruz...
- Isso é que é um relatório, Carlos!

- Ainda o Tio Ambrósio me interrompeu * menos de metade da procissão!

- Foi para te não cansares, Carlos! Como dizia o ex-Presidente Soares, o nosso povo tem o direito de se indignar..

- Valha-nos essa liberdade, Tio Ambrósio! Doutro modo, sem esse direito à indignação, como é que nós havíamos de proceder perante o facto de se gastarem dezenas de milhões de contos na construção ou melhoramentos de estádios de futebol, quando aqui para o Cabeço temos uma estrada que mais parece um campo minado em Angola?

- Pois a verdade é que, para isso, não vão faltar verbas, Carlos! Verbas cada vez maiores! Eu não sei se tu viste nos jornais que os custos da remodelação do Estádio Municipal de Coimbra, orçados inicialmente em três milhões de contos, sobem agora para a módica quantia de oito milhões.

- Não se indigne, Tio Ambrósio! Se precisar de ir a uma consulta e não houver médico, não se indigne, Tio Ambrósio!

- E de que valeria indignar-me, Carlos?

- Na prática, absolutamente de nada. 1

A indignação dos pobres não passa de um divertimento para os poderosos. Convença-se dessa, Tio Ambrósio!

- Como dizia uma velho filósofo, contra factos não há argumentos!


Copyright O AMIGO DO POVO - ami

domingo, 25 de novembro de 2012

Estamos unidos na defesa da nossa Freguesia

As gentes da Freguesia de Bogas de Baixo estão todas e unissono na defesa da manutenção desta grande freguesia.

Onde raio é  estes inteligentes do deparatamento de Reorganização Administrativa do Território, se basearam para presentear as nossas gentes com a agregação de Bogas de Baixo a Bogas de Cima?
Esta gente denota não estar apta para assumir esta tarefa de agregar freguesias a seu bel prazer. 
São gente tecnocratas que sentados diante de uma secretária bem longe da realidade tomarem estas decisões.
Baseiam se em técnicas balofas sem sequer conhecerem o terreno. Para terem autoridade moral, na prespetiva de levar por  diante esta decisão, devem deslocar se ás regiões em causa, oscultar as populações, e fazerem um reconhecimento aos locais.
Se o fizessem, reconheceriam que o que agora se propõem fazer agregando Bogas de Baixo a Bogas de Cima, não tem razão de ser.

Uma panoramica de Bogas de Baixo e a sua ribeira

Igreja Matriz de S. Pedro, apresenta um interior sempre muito bem cuidado  com grandes relevos dourados



Casa mortuária

Como é visível a olho nu, do património de Bogas de Baixo incluindo a gestão e manutenção de quatro cemitérios, caminhos rurais, vicinais e florestais, e acessibilidade às três anexas que compõem o tecido populacional urbano, destacamos todo o espaço público na sede de Freguesia


Edificio da Junta de Freguesia  com WCs publicos 


 A antiga escola primária da aldeia, hoje tranformada em
Centro de Dia e Lar em construção
As pessoas mais idosas da nossa freguesia encontram aqui um grande apoio para a  sua solidão,
Com tratamento esmerado e refeições otimamente confeccionadas por profisionais da terra

Um belissimo parque infantil que não tendo muita utilidade no momento, é e será sempre um otimo local para a diversão dos filhos nossos emigrantes que no verão nos visitam ás centenas

 Um Polidesportivo devidamente equipado com bar e balnearios e serve para a pratica de varios desportos



A Piscina de construção recente já é pequena para as gentes que nos messes de julho, Agosto e Setembro se fixam a passar férias na nossa aldeia

Espaço de diversões nas festas em honra de Nossa Senhora das Dores e  Jesus adolescente que se realizam no verão sempre com uma grande participação das nossas gentes



Capela de nossa Senhora das Dores em dia de missa nas suas festas


Monumento a Jesus Adolescente  situado á entrada da povoação ladeado com um lindo jardim, com o olhar fixo na capela da Mãe das Dores situada no lado contrario do terreiro no monte do Outeiro

 


Parque de Estacionamento, Parque de Merendas – ligado pela paisagística Ponte do Covão sobre a Ribeira de Bogas.
no Penedo Mosqueiro um deslumbrante Parque, construído e protocolado pelas juntas de freguesia de Bogas de Baixo e Orvalho, e respectivamente pelas Câmaras Municipais Do Fundão e Oleiros.

Bogas de Baixo teve um papel de destaque aquando das invasões francesas, que foram combatidas com exito aqui no alto do cabeço Zibreiro, destacando-se o cavaleiro de Bogas de Baixo, o Capitão Carvalho, condecorado e galardoado com o Brasão de Armas, que ainda hoje é património e jóia da terra.



Ruas de facil circulação de pessoas e  veículos bem tratadas limpas e ajardinadas, são tambem hoje uma mais valia para a nossa aldeia, pese embora o facto de não ter neste momento 200 habitantes, tem no entanto uma enorme quantidade de  casas construidas com muito gosto, que estão ocupadas  no verão e se encontram sempre disponiveis para o regresso dos seus proprietários que aqui continuam a  querer passar os seus tempos de velhice, quando já não quiserem ou não possam ficar no estrangeiro onde se encontram, teem as suas casas á espera



Bogas de Baixo dispõe ainda nas suas anexas Maxial, Ladeira e  Urgeiro varias infraestruturas comunitárias como salas de convivio, Capelas, cemitérios, parques de jogos Casas de banho publicas etc etc

Igreja do Maxial da Ladeira e  a seguir uma panoramica da aldeia


Um belissimo e confortante espaço comunitário na Ladeira de Nossa Senhora do Carmo,pronto para servir refeições e Centro de Dia para a terceira idade



esta é uma panoramica da pequena aldeia do Urjeiro tambem anexa da freguesia de Bogas de Baixo

Por tudo  o que atrás ficou exposto, é concerteza uma terra que fica enquadrado numa área geográfica de rara beleza, num território de 34 km2, que requer muita exigência de gestão e manutenção, respeito pelos costumes tradicionais e sobretudo a vontade de todos os filhos e amigos desta terra tão hospedeira que jamais permitiram "intrusos" na sua gestão
 As nosass gentes apenas querem que se faça justiça, e numa derradeira hipótese seria muito mais eficaz a agregação com Janeiro de Cima cujos povos teem muito mais afinidades que construiram ao longo dos tempos