quarta-feira, 21 de julho de 2010

POETA É O POVO (I)

Como todos os amigos e leitores deste blog já devem ter notado, vai realizar se em Bogas de Baixo a Tradicional festa em Honra de Nossa Senhora das Dores e Jesus Adolescente que se encontra no seu terreiro frente á sua capela no cabeço do outeiro.
É esta localidade uma terra de muita emigração, que normalmente aproveitam a s suas férias para assistirem a estes festejos e passar algumas semanas entre a familia e amigos na terra que os viu nascer
Por isso achei interessante publicar hoje mais uns versos que em foram enviados pela Lidia, alusivos ao regresso dos emigrantes ao seu País e á sua terra



Hoje quase todos os emigrantes chegam em carro próprio modelos recentes e outros optaram pelo avião para regressar á terra, mas ainda me lembro muito bem como eram as chegadas há anos atraz
o maior transportador era o caminho de ferro



NOSSA SENHORA DAS DORES
EU SEI QUE ME ESTAIS OUVIR
ESCUTA ME E ANOTA BEM
AQUILO QUE TE VOU PEDIR





NOSSA SENHORA DAS DORES
ESTAS COMIGO A TODO INSTANTE
TRAZEI NOS SEM PERIGO Á TERRA
TODOS OS NOSSOS EMIGRANTES








NOSSA SENHORA DAS DORES
BOGAS DE BAIXO VOS VENERA
AJUDA AQUELES QUE FORAM
TRABALHAR PARA OUTRA TERRA

domingo, 18 de julho de 2010

POETA É O POVO

Foi me enviado um mail com algumas quadras que me despertaram a vontade de as
partilhar com os amigos, por estar muito proximo a realização das festas em Honra a Nossa Senhora das Dores em Bogas de Baixo para quem estes versos são dirijidos



NOSSA SENHORA DAS DORES
QUE OLHAIS DE CIMA A BAIXO
DAI SAÚDE A TODA Á GENTE
QUE SÃO DE BOGAS DE BAIXO


NOSSA SENHORA DAS DORES
SOIS A NOSSA PADROEIRA
VELAI POR BOGAS DE BAIXO
URGEIRO MAXIAL E LADEIRA


NOSSA SENHORA DAS DORES
QUEM VOS VIU QUEM VOS VERIA
AJUDAI BOGAS DE BAIXO
E TODA A SUA FREGUESIA


NOSSA SENHORA DAS DORES
PADROEIRA DE TANTA GENTE
EM FRENTE Á VOSSA CAPELA
ESTÁ JESUS ADOLESÇENTE


NOSSA SENHORA DAS DORES
NO CABEÇO DO OUTEIRO
DAI SAÚDE A TODA A GENTE
QUE EXISTE NO MUNDO INTEIRO


NOSSA ENHORA DAS DORES
QUEM VOS VAI PEDIR SOU EU
PARA QUE MEU PAI E MINHA MÃE
ESTEJAM JUNTINHOS NO CÊU


NOSSA SENHORA DAS DORES
OLHAI PELO VOSSO POVO
AJUDAI OS POBREZINHOS
LIVRAI AS TERRAS DO FOGO

NOSSA SENHORA DAS DORES
A FESTA VOS VÃO FAZER
NO SEGUNDO DOMINGO DE AGOSTO
QUERO ESTAR LÁ PARA VER


Autora

Lidia Esteves

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Aquilo que nos rodeia

Algumas imagens que hoje partilho convosco não são da minha autoria
No entanto são lugares que eu conheço e gosto .
A Odete Martins que é como podem verificar uma optima reporter fotografica, deu me a permissão de poder partilhar com os meus visitantes e leitores estas imagens que procurarei descrever da melhor forma possivel
Haverá leitores que conhecem alguns locais mas outros na sua maioria nunca passaram por estas belissimas paragens.

Esta belissima imagem foi capatada com um enorme sentido de oportunidade ao cimo da Sernadela com o Zézere e o Canal por baixo do nevoeiro
Podendo ser vista tambem ao longe a serra da Estrela branquinha cheia de neve

Aqui pelos nossos sitios, as casas antigas possuiam e continuam a possuir algumas estes nichos com imagens de santinhos




Todas as familias confeccionavam e produziam quase todos os seus alimentos, aqui podemos ver como ainda hoje se coze o pão nos antigos fornos a lenha recuperados

na imagem a seguir podemos ver o fruto da criação dum porquinho que depois de morto utilizava se a sua carne para fazer presuntos, meter as carnes brancas na salgadeira para consumir durante o ano e as belas e gostosas chouriças, morcelas e farinheiras secas no caniço com o calor da fogueira



Fontes onde antigamente podiam matar a sede e que ainda hoje poderão dar de beber a quem passe por lá se o verão não for muito seco


Depois podemos apreciar o cair da noite onde no inverno as gentes se recolhem para alareira no aconchego das fogueiras e se ouve apenas o ruido do crepitar do pinho a arder

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Ecos da Gardunha e o Zêzere

Ao entrarmos no perimetro da serra da Gardunha teremos obrigatóriamente que fazer uma visita ao Rio que atravessa a nossa Cova da Beira O ZÊZERE


O Rio Zêzere é um rio inteiramente Português. Nasce na Serra da Estrela, aqui ao lado da Gardunha a cerca de 1900 m de altitude, junto ao Cântaro Magro, onde existe tambem um lindo recanto onde pode fazer vida ao ar livre, um vale glaciar Covão da Ametade. Seguindo para sudoeste, conflui com o rio Tejo a oeste de Constância, após um curso de cerca de 200 quilómetros.
Atravessando toda a Cova da Beira e vindo banhar as nossas aldeias a sul do concelho do Fundão no sopé da serra da Gardunha.
Nomeando algumas dessas aldeias com quem partilhamos uma são vizinhança de norte para sul Alcaria, Pesinho, Barco, Lavagem, Barroca, Dornelas e Alqueidão, Canal,Inspiração para esta postagem seguindo se Porto de Vacas, Esteiro, Janeiro de Cima, Janeiro der Baixo e Urjeiro onde se Junta a ele a nossa ribeira de Bogas na Foz DE BogasAli mesmo a seguir á Quinta do Fojo e do Linteiro


O rio Zêzere é o segundo maior rio português, a seguir ao rio Mondego.

Na Margem direita tem como principais afluentes, o rio Alge, o rio Cabril, a ribeira de Unhais, o rio Nabão, a ribera de Paul e a ribeira de Pêra. Na margem esquerda encontramos a ribeira de Bogas, a ribeira de Caria, a ribeira da Malhadancha, a ribeira da Isna, a ribeira de Meimoa, a ribeira da Sertã e a ribeira de Teixeira.


Os grandes desníveis, aliados ao volume de água (por vezes superior a 10.000 m³/s.), representam uma notável riqueza hidroeléctrica, aproveitada em três barragens (Bouçã, Cabril e Castelo de Bode), que produzem anualmente 700 milhões de kW/hora.

Para quem não conhece muito bem este belissimo recanto do nosso País aconselho uma visita especialmente no Verão ou Primavera para poder apreciar ao vivo algumas das imagens que vos mostro de seguida.
Estas imagens foram captadas por uma amiga que gentilmente se prontificou a partilha las com os meus leitores e visitantes.










Muito fica por dizer sobre este Rio e este recanto do nosso Portugal, mas prometo e estou disposto a contiuar esta postagem muito em breve